Visualidad alcidiana y las cosas que hicieron a su pintura delirar

  • Ludmila Brandão Universidade Federal de Mato Grosso
Palabras clave: Alcides Pereira dos Santos, diferencia colonial y postcolonial en las Américas, saberes subalternos, artes visuales (es_ES)

Resumen (es_ES)

La aprehensión de la iconografía del libro didáctico fue para el artista plástico Alcides Pereira dos Santos (Rui Barbosa BA 1932-São Paulo SP 2007) un medio propicio para experimentar el sentido desconcertante del lenguaje. Sin hacer uso continuo de la escritura y de la lectura, el artista va a construir sus imágenes a partir de un modelo cultural masivo que potencializa aún más los sentidos, en la medida en que, en él, la práctica oral se complementa con la sonoridad, la escritura y la visualidad. Más específicamente, se sabe que el uso de las ilustraciones en la mayoría de los libros o manuales escolares tiene la intención de repetir o explicar una historia. Sin embargo, veremos que la aprehensión de la iconografía del libro didáctico fue para el artista plástico un medio propicio para experimentar el sentido desconcertante del lenguaje. Más que consumir las ideas y narrativas del libro didáctico tal como fueron concebidas para ser replicadas, Alcides consume las imágenes y las toma como materia para su propia producción imaginaria, sometiéndolas a "su mundo" mezclado que, por eso mismo, las aleja de una imagen occidental "moderna" e iluminista.

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Referencias

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Cómo citar
Brandão, L. (2018). Visualidad alcidiana y las cosas que hicieron a su pintura delirar. Estudios Artísticos, 4(5), 238-250. https://doi.org/10.14483/25009311.13502
Publicado: 2018-07-02
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