Distribuição espacial dos focos de calor em Unidades de Conservação de Minas Gerais no período de 2007 a 2012

  • Tereza Beatriz Oliveira Soares
  • Fernanda Cristina Resende
  • Gabriel Pereira
Palabras clave: Áreas protegidas, Incêndios florestais, Áreas Queimadas, Sensoriamento Remoto. (es_ES)

Resumen (es_ES)

Áreas protegidas são criadas para conservar recursos naturais, espécies endêmicas, o patrimônio natural e beleza cênica de paisagens, etc. O Brasil, e mais especificamente o estado de Minas Gerais, possui várias Unidades de Conservação que foram criadas para garantirem proteção à sua biodiversidade. Entretanto, o papel dessas unidades é colocado em risco, pois comumente são atingidas por grandes incêndios florestais. Estes causam diferentes impactos no ambiente, podendo, às vezes, comprometer os recursos naturais presentes em uma área. Focos de calor podem ser detectados a partir de dados obtidos por sensores remotos, sendo possível monitorá-los em territórios de áreas protegidas, o que se constitui como importante ferramenta na gestão e planejamento dessas áreas. Sendo assim, esse artigo propõe uma análise da distribuição dos focos de calor em Unidades de Conservação mineiras, entre o período de 2007 a 2012, para verificar sua ocorrência nesse território. Os resultados demonstraram que áreas que passam por um longo período sem a presença do fogo são mais propensas a serem atingidas por incêndios do que aquelas que foram recentemente afetadas.

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Cómo citar
Oliveira Soares, T. B., Resende, F. C., & Pereira, G. (2017). Distribuição espacial dos focos de calor em Unidades de Conservação de Minas Gerais no período de 2007 a 2012. UD Y La geomática, (11), 39-45. Recuperado a partir de https://revistas.udistrital.edu.co/index.php/UDGeo/article/view/7873
Publicado: 2017-08-09
Sección
Artículo de investigación científica y tecnológica