DOI:
https://doi.org/10.14483/23464712.24222Publicado:
2026-05-31OS ESTILOS DE PENSAMENTO DOS AUTORES-REFERENCIAIS DA HISTÓRIA DA CIÊNCIA NO ENSINO DE CIÊNCIAS EM PESQUISAS BRASILEIRAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA
THE THOUGHT STYLES OF THE REFERENCE AUTHORS OF THE HISTORY OF SCIENCE IN SCIENCE TEACHING IN BRAZILIAN BASIC EDUCATION RESEARCH
LOS ESTILOS DE PENSAMIENTO DE LOS AUTORES DE REFERENCIA DE LA HISTORIA DE LA CIENCIA EN LA ENSEÑANZA DE LAS CIENCIAS EN LA INVESTIGACIÓN BÁSICA BRASILEÑA
Palabras clave:
História das ciências, Epistemologia, Educação Básica (pt).Descargas
Resumen (pt)
Esta pesquisa teve o objetivo de identificar os estilos de pensamento e coletivos de pensamento que caracterizam as pesquisas brasileiras de dissertações e teses, no tema o Ensino de Ciências com a utilização da História da Ciência na Educação Básica. Caracterizou-se pela abordagem qualitativa, com uma pesquisa bibliográfica de revisão da literatura, e a análise dos referenciais teóricos identificados acerca do tema em 29 pesquisas (2017 a 2022) na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Por meio da Análise de Conteúdo e das categorias epistemológicas de Ludwik Fleck (estilos de pensamentos, coletivos de pensamento, coerção de pensamento, circulação de ideias intracoletica e intercoletiva e instauração do conhecimento) identificaram-se 7 autores citados em 8 pesquisas ou mais, instaurados em 3 categorias e 7 subcategorias, foram elas: i) EP prático/metodológico (“Estratégia pedagógica”; “Humanização das Ciências”; “Construção do conhecimento”); ii) EP formativo (Formação de professores); iii) EP conceitual (“Problematização conceitual de conceitos”; “Crítica ao Crescimento Linear do conhecimento e aos estereótipos científicos”; “Análise dos elementos históricos da Ciência”. As categorias tiveram a circulação em 64 Unidades de Sentido, os especialistas mais citados nas pesquisas foram Matthews (23:29) e Martins R. de A. (21:29). Portanto, o estilo de pensamento instaurado é o que articula a História da Ciência no Ensino de Ciências trazendo os motivos pelos quais devem ser abordados a HC para o ensino e a aprendizagem, em geral, o estilo humanizador, contextualizador das Ciências, fato também observado em estudos internacionais.
Resumen (en)
This research aimed to identify the thought styles and thought collectives that characterize Brazilian dissertation and theses research on the topic of Science Teaching with the Use of the History of Science in Basic Education. It was characterized by a qualitative approach, with a bibliographic review of the literature and the analysis of the theoretical frameworks identified on the topic in 29 research studies (2017 to 2022) in the Brazilian Digital Library of Theses and Dissertations (BDTD) of the Brazilian Institute of Information in Science and Technology (IBICT).Through Content Analysis and Ludwik Fleck's epistemological categories (thought styles, thought collectives, thought coercion, intracollective and intercollective circulation of ideas and establishment of knowledge), 7 authors cited in 8 or more studies were identified, established in 3 categories and 7 subcategories, which were: i) Practical/methodological PE (“Pedagogical strategy”; “Humanization of Sciences”; “Construction of knowledge”); ii) Formative PE (Teacher training); iii) Conceptual EP ("Conceptual problematization of concepts"; "Criticism of the Linear Growth of knowledge and scientific stereotypes"; "Analysis of the historical elements of Science". The categories circulated in 64 Units of Meaning, and the most cited experts in the research were Matthews (23:29) and Martins R. de A. (21:29). Therefore, the established style of thought is what articulates the History of Science in Science Teaching, bringing the reasons why HC should be approached for teaching and learning, in general, the humanizing, contextualizing style of Sciences, a fact also observed in international studies.
Resumen (es)
Esta investigación tuvo como objetivo identificar los estilos y colectivos de pensamiento que caracterizan las tesis y disertaciones brasileñas sobre la enseñanza de las ciencias con el uso de la historia de la ciencia en la educación básica. Se caracterizó por un enfoque cualitativo, con una revisión bibliográfica y el análisis de los marcos teóricos identificados sobre el tema en 29 estudios de investigación (2017 a 2022) en la Biblioteca Digital Brasileña de Tesis y Disertaciones (BDTD) del Instituto Brasileño de Información en Ciencia y Tecnología (IBICT). A través del Análisis de Contenido y las categorías epistemológicas de Ludwik Fleck (estilos de pensamiento, colectivos de pensamiento, coerción del pensamiento, circulación intracolectiva e intercolectiva de ideas y establecimiento de conocimientos), se identificaron 7 autores citados en 8 o más estudios, establecidos en 3 categorías y 7 subcategorías, las cuales fueron: i) EF práctica/metodológica (“Estrategia pedagógica”; “Humanización de las ciencias”; “Construcción de conocimientos”); ii) EF formativa (Formación de docentes); iii) EP Conceptual ("Problematización conceptual de conceptos"; "Crítica del crecimiento lineal del conocimiento y los estereotipos científicos"; "Análisis de los elementos históricos de la ciencia". Las categorías se distribuyeron en 64 Unidades de Significado, y los expertos más citados en la investigación fueron Matthews (23:29) y Martins R. de A. (21:29). Por lo tanto, el estilo de pensamiento establecido es lo que articula la Historia de la Ciencia en la Enseñanza de las Ciencias, argumentando por qué la Historia de la Ciencia debe abordarse para la enseñanza y el aprendizaje, en general, el estilo humanizador y contextualizador de las Ciencias, un hecho que también se observa en estudios internacionales.
Referencias
Allchin, D. (2004). Pseudohistory and Pseudoscience. Science & Education, 13, 179-195.
https://doi.org/10.1023/B:SCED.0000025563.35883.e9
Bardin, L. (2011). Análise de Conteúdo. Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro (Trad.) São Paulo: Edições 70.
Emmel, R. (2011). "Estado da arte" e coletivos de pensamento da pesquisa sobre o livro didático no Brasil. 2011, 101 f. Dissertação (Mestrado em Educação nas Ciências). Ijuí: Unijuí.
Fleck, L. (1986). La gênesis y desarrollo de um hecho científico. Tradução: Luis Meana. Madrid: Alianza Editorial.
Fleck, L. (2010). Gênese e desenvolvimento de um fato científico. Georg Otte; Mariana Camilo de Oliveira (trad.), Belo Horizonte: Fabrefactum.
Gil Pérez, D. et at. (2001). Para uma imagem não deformada do trabalho científico. Ciência & Educação, 7(2), 125-153.
https://doi.org/10.1590/S1516-73132001000200001
Leite, F. A. (2016). Desenvolvimento do coletivo de pensamento da área de ensino de ciências da natureza e suas tecnologias em processos de formação de professores. 2016. 203 f. Tese (Doutorado em Educação nas Ciências). Ijuí: Unijuí.
Lorenzetti, L. (2007). Educação ambiental e epistemologia em Fleck. In: 30ª Reunião anual da ANPED, 2007, Caxambu. Anais... Caxambu, 1-19. Recuperado de http://30reuniao.anped.org.br/trabalhos/GT22-2843--Int.pdf
Lüdke, M. e André, M. E. D. A. (2001). Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: Epu.
Marques, C. A. (2012). Estilos de pensamento de professores italianos sobre a Química Verde na educação química escolar. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias 11 (2), 316-340.
Martins, R. de A. (2005). Física e história. São Paulo: UNICAMP.
Martins, R. de A. (2006). Introdução: a história das ciências e seus usos na educação. In: Silva, C. C. (Ed.) Estudos de história e filosofia das ciências: subsídios para aplicação no ensino. 1 ed. São Paulo: Editora Livraria da Física, 17-30.
Martins, A. F. P. (2007). História e filosofia da ciência no ensino: há muitas pedras nesse caminho. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, Florianópolis, 24(1), 112-131.
Martins, L A-C. P. (2005). História da ciência: objetos, métodos e problemas. Ciência & Educação, Bauru, 11 (2), 305-317.
https://doi.org/10.1590/S1516-73132005000200011
Martins, L. A. C. P. (1998, dez.). A História da Ciência e o ensino de biologia. Ciência e Ensino, Campinas, 5, 18-21. Recuperado de http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/fevereiro2013/ciencias_artigos/historia_ciencia.pdf
Martins, A. F. P. (2012). História, filosofia, ensino de ciências e formação de professores: desafios, obstáculos e possibilidades. Educação: Teoria e Prática, 22(40), 05-25. Recuperado de: https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/educacao/article/view/6268.
Matthews, M. R. (1995). História, Filosofia e Ensino de Ciências: A tendência atual de reaproximação. Caderno Catarinense de Ensino de Física, 12(3), 164-214.
Pereira, A. I. e Amador F. (2007). A História da Ciência em manuais escolares de Ciências da Natureza. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias 6(1), 191-216.
Rodrigues, I. T. (2019). A História da Ciência na formação inicial de professores de ciências. História da Ciência e Ensino: Construindo Interfaces. 20, 2-14. Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/hcensino/article/view/44832/30813
https://doi.org/10.23925/2178-2911.2019v20p2-14
Roque, T. (2012). História da Matemática: uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar. 511.
Sánchez, C. G. (2020). Ludwik FLeck: la teoría de los estilos de pensamiento y de los colectivos de pensamiento. Revista Colombiana de Filosofía de la Ciencia, 20 (41), 147-167.
https://doi.org/10.18270/rcfc.v20i41.1985
Scheid, N. M. J. (2006). A contribuição da história da biologia na formação inicial de professores de Ciências Biológicas. 2006, 215 f. Tese (Doutorado em Educação Científica e Tecnológica). Florianópolis: UFSC.
Cómo citar
APA
ACM
ACS
ABNT
Chicago
Harvard
IEEE
MLA
Turabian
Vancouver
Descargar cita
Licencia
Derechos de autor 2026 Autor y Góndola. Enseñanza y Aprendizaje de las Ciencias

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Góndola, Ens Aprend Cienc. es una publicación de acceso abierto, sin cargos económicos para autores ni lectores. La publicación, consulta o descarga de los contenidos de la revista no genera costo alguno para los autores ni los lectores, toda vez que la Universidad Distrital Francisco José de Caldas asume los gastos relacionados con edición, gestión y publicación. Los pares evaluadores no reciben retribución económica alguna por su valiosa contribución. Se entiende el trabajo de todos los actores mencionados anteriormente como un aporte al fortalecimiento y crecimiento de la comunidad investigadora en el campo de la Enseñanza de las Ciencias.
A partir del 01 de diciembre de 2018 los contenidos de la revista se publican bajo los términos de la Licencia Creative Commons Atribución–No comercial–Compartir igual 4.0 Internacional (CC-BY-NC-SA 4.0), bajo la cual otros podrán distribuir, remezclar, retocar, y crear a partir de la obra de modo no comercial, siempre y cuando den crédito y licencien sus nuevas creaciones bajo las mismas condiciones.
Los titulares de los derechos de autor son los autores y la revista Góndola, Ens Aprend Cienc. Los titulares conservan todos los derechos sin restricciones, respetando los términos de la licencia en cuanto a la consulta, descarga y distribución del material.
Cuando la obra o alguno de sus elementos se halle en el dominio público según la ley vigente aplicable, esta situación no quedará afectada por la licencia.
Asimismo, incentivamos a los autores a depositar sus contribuciones en otros repositorios institucionales y temáticos, con la certeza de que la cultura y el conocimiento es un bien de todos y para todos.






.jpg)


















