Proposta de instrumento diagnóstico para fornecer indicativos acerca da compreensão dos conhecimentos biológicos e suas inter-relações

Proposition of diagnostic tool to provide indicatives about the understanding of biological knowledge and their interrelationships

  • Ana Maria de Andrade Caldeira Universidade Estadual Paulista
  • Paloma Rodrigues Siebert Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará
  • André Luis Corrêa Universidade Estadual Paulista
  • Fernanda Aparecida Meglhioratti Universidade Estadual do Oeste do Paraná
  • Fernanda da Rocha Brando Universidade de São Paulo
  • Fúlvia Eloá Maricato Universidade Estadual de Maringá
  • Lourdes Aparecida Della Justina Universidade Estadual do Oeste do Paraná
  • Mariana Aparecida Bologna Soares de Andrade Universidade Estadual de Londrina
  • Thais Benetti de Oliveira Universidade Estadual Paulista
  • Thais Gimenez da Silva Augusto Universidade Estadual Paulista
Palabras clave: Biology Education, Evaluative Scale, Likert, Systemic Knowledge, Fragmented Knowledge (en_US)
Palabras clave: Ensino de Biologia, Escala Avaliativa, Likert, Conhecimento Sistêmico, Conhecimento Fragmentado (pt_BR)

Resumen (pt_BR)

Nesse artigo são descritas as etapas do processo de elaboração e validação de uma escala avaliativa do tipo Likert, com o objetivo de sistematizar as respostas dos alunos de graduação em Ciências Biológicas em relação: 1) à presença ou não da compreensão do conhecimento científico; e 2) à existência ou não da articulação entre os conhecimentos científicos, de modo a contemplar um pensamento sistêmico sobre os fenômenos naturais. A escala proposta foi validada pelos testes Alpha de Cronbach (α = 0,741), KMO (0,779) e Bartlett (0,000) e foi realizada uma Análise Multivariada, tipo Análise dos Componentes Principais (ACP). Entende-se que este tipo de instrumento permite que uma ampla quantidade de dados seja coletada e que grupos possam ser eficientemente comparados, o que justificou a elaboração da escala avaliativa aqui apresentada.

Resumen (en_US)

This paper describes the developing and validating steps of a Likert’s evaluative scale. The aim is to systematize the answers of Biological Sciences students about to: 1) Understanding or notunderstanding thescientific knowledge; and 2).If there is a relationship amongscientific concepts in order to contemplate a systemic thinking about natural phenomena. The described scale was validated by Cronbach's Alpha tests (α = 0.741), KMO (0.779) and Bartlett (0.000) and a Multivariate Analysis was fulfilled, typePrincipal Component Analysis (PCA). We understood that this kind of instrument allows a large amount of data to be collected and it groups can be compared efficiently, which justified the development of evaluative scale presented here.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Biografía del autor/a

Ana Maria de Andrade Caldeira, Universidade Estadual Paulista
Professora Doutora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Bauru/SP, Brasil.
Paloma Rodrigues Siebert, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará
Professora Doutora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), Santarém/PA, Brasil. paloma.siebert@ifpa.edu.br
André Luis Corrêa, Universidade Estadual Paulista
Professor Doutor Visitante da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Ilhéus/BA, Brasil
Fernanda Aparecida Meglhioratti, Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Professora Doutora da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Cascavel/PR, Brasil.
Fernanda da Rocha Brando, Universidade de São Paulo
Professora Doutora da Universidade de São Paulo (USP), Ribeirão Preto/SP, Brasil
Fúlvia Eloá Maricato, Universidade Estadual de Maringá
Professora Doutora da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Maringá/PR, Brasil.
Lourdes Aparecida Della Justina, Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Professora Doutora da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Cascavel/PR, Brasil.
Mariana Aparecida Bologna Soares de Andrade, Universidade Estadual de Londrina
Professora Doutora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Londrina/PR, Brasil.
Thais Benetti de Oliveira, Universidade Estadual Paulista
Doutor(a) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Bauru/SP, Brasil.
Thais Gimenez da Silva Augusto, Universidade Estadual Paulista
Professora Doutora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Jaboticabal/SP, Brasil.

Referencias

AGNOLETTO, R.;BELLINI, M. A representação social do conceito de evolução de Darwin por professores de biologia. Ensino, Saúde e Ambiente, v. 5, n. 1, p. 12-31, 2012.

ALMEIDA, A.V.;FALCÃO, J.T.R. As teorias de Lamarck e Darwin nos livros didáticos de biologia no Brasil. Ciência & Educação, v. 16, n. 3, p. 649-665, 2010.

ANASTASIOU, L.G.C. A re-organização curricular: do currículo grade ao integrado. In: PEREIRA, M. J. L.;COELHO, E. B. S.;ROS, M. A. D. (org). Da proposta à ação: currículo de medicina da UFSC. Florianópolis: Editora UFSC, 2005.p.121-140.

ANDRADE, M.A.B.S. A epistemologia da biologia na formação de pesquisadores:compreensão sistêmica de fenômenos moleculares. 233 f. Tese (Doutorado em Educação para a Ciência) – UNESP, Faculdade de Ciências, Bauru, 2011.

ARAUJO, E.S.N.N.;et al. Concepções criacionistas e evolucionistas de professores em formação e em exercício. In: VII ENPEC ENCONTRO NACIONAL DOS PESQUISADORES DE CIÊNCIAS, v. 1. p. 1-12. Florianópolis.Anais... ABRAPEC, 2009.

ARAÚJO, L.A. Obstáculos à compreensão do pensamento evolutivo: análise em livros didáticos de biologia do Ensino Médio. Trabalho de conclusão de curso. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2012.

AUGUSTO, T.G.S.;CALDEIRA, A.M.A. A Interdisciplinaridade na Educação em Ciências: professores de Ensino Médio em Formação em Serviço. In: ARAÚJO, E.S.N.N.; CALUZI, J.J.;CALDEIRA, A.M.A. (Orgs). Práticas integradas para o ensino de biologia. São Paulo: Escrituras, 2008.p.19-35.

BABBIE, E. Métodos de pesquisas de Survey. 3a reimpressão. Tradução de Guilherme Cezarino. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.

BEGON, M.; HARPER, J.L.; TOWNSEND, C.R. Ecologia:de indivíduos a ecossistemas.Tradução de Adriano Sanches Melo. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.

BIZZO, N.; ALMEIDA, A.V.;FALCÃO, T.R. A compreensão de estudantes dos modelos de evolução biológica: duas aproximações. In: VI ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA EM ENSINO DE CIÊNCIAS.Anais...2007.

BONITO, J.;et al. A Complexidade do Tempo Geológico e a sua Aprendizagem com Alunos Portugueses (12-13 anos). Terræ Didatica, v. 7, n. 1, p. 60-71, 2011.

BRANDO, F.R. Proposta didática para o ensino médio de biologia: as relações ecológicas no cerrado. 221 f. Tese (Doutorado em Educação para a Ciência) – UNESP, Faculdade de Ciências, Bauru, 2010.

BRANDO, F.R.; CAVASSAN, O.;CALDEIRA, A.M.A. Ensino de Ecologia: dificuldades conceituais e metodológicas em alunos de iniciação científica. In: CALDEIRA, A.M.A. (Org.). Ensino de ciências e matemática, II: temas sobre a formação de conceitos. São Paulo: Cultura Acadêmica, v. II, 2009,p. 13-31.

CARNEIRO, A.P.N. A evolução biológica aos olhos de professores não-licenciados. 137f. Dissertação (Mestrado em Educação Científica e Tecnológica). Universidade Federal de Santa Catarina, 2004.

CORRÊA, A.L.;et al. História e Filosofia da Biologia como ferramenta no Ensino de Evolução na formação inicial de professores de Biologia. Filosofia e História da Biologia, v. 5, n. 2, p. 217-237, 2010.

CORRÊA, A.L.; MEGLHIORATTI, F.A.; CALDEIRA, A.M.A.O uso da história e filosofia da biologia para o ensino de evolução na formação inicial de professores de biologia. In: CARNEIRO, M.C. (Org.). História e filosofia das ciências e o ensino de ciências. São Paulo: Editora Unesp, 2011, p. 116-133.

COSTA, L.; MELO, P.L.C.;TEIXEIRA, F.M. Reflexões acerca das diferentes visões de alunos do ensino médio sobre a origem da diversidade biológica. Ciência & Educação, v. 17, n. 1, p. 115-128, 2011.

CUNHA, A.M. Ciência, Tecnologia e Sociedade na Óptica Docente: Construção e Validação de Uma Escala de Atitudes.Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2008.

DEVELLIS, R.F.Scale development: Theory and applications. Newbury Park, CA: SAGE Publications, 1991.

DODICK, J. Understanding evolutionary change within the framework of geological time. Mcgill Journal of Education, v. 42, n. 2,p. 245–264, 2007.

EL-HANI,C.N.;EMMECHE, C. On some theoretical-grounds for an organism-centered biology: property emergence, supervenience, and downward causation. Theory in Biosciences, v. 119, n. 3-4, p. 234-275, 2000.

FUTUYMA, D. Biologia Evolutiva. 2ª ed. Coordenador de tradução Mário de Vivo; Coordenador de revisão técnica Fábio de Melo. Ribeirão Preto: FUNPEC-RP, 2002.

GAGLIARDI, R. Los conceptos estructurales en el aprendizaje por investigacion. Enseñanza de las Ciências, v. 4, n. 1, p. 30-35, 1986.

GASTAL, M.L.; et al. Progresso, adaptação e teleologia em evolução: o que aprendemos, o que entendemos e o que ensinamos? In: VII ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISADORES EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS.Anais...2009.

GERSTEIN, M.B.; et al.What is a gene, post encode? History and updated definition. Genome research, v. 17, p. 669–681, 2007.

GOEDERT, L. A formação do professor de biologia na UFSC e o ensino da evolução biológica. Florianópolis. Dissertação (Mestrado em Educação Científica e Tecnológica) – Universidade Federal de Santa Catarina, 2004.

GOULD, S.; LEWONTIN, R. The spandrels of San Marco and the Panglossian paradigm: a critique of the adaptationist programme. Proceedings of The Royal Society of London, v. 205, p. 581-598, 1979.

GRENE, M.; DEPEW, D. The Philosophy of Biology: an episodic history. Cambridge: University Press, 2004.

HAIR, J.F.;et al. Multivariate Data Analysis. 5ª ed. Prentice Hall, 1998.

JABLONKA, E. The systems of inheritance. In:OYAMA, S.; GRIFFITHS, P.E.; GRAY, R. (ed.). Cycles of contingency: developmental systems and evolution. Cambridge, Massachusetts/ London, England: MIT Press, 2001, p.99-116.

JOAQUIM, L. M.;et al. Concepções de estudantes de graduação de biologia da UFPR e UFBA sobre genes e sua mudança pelo ensino de genética. In: VI ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, Florianópolis,Anais...ABRAPEC, 2007.

JOAQUIM, L.M;EL-HANI, C.N. A genética em transformação: crise e revisão do conceito de gene. Scientiæ Studia, v. 8, n. 1, p. 93-128, 2010.

JUSTINA, L.A.D. Investigação sobre um grupo de pesquisa como espaço coletivo de formação inicial de professores e pesquisadores de biologia. 238 f. Tese (Doutorado em Educação para a Ciência) – UNESP, Faculdade de Ciências, Bauru, 2011.

JUSTINA, L.A.D.;MEGLHIORATTI, F.A.;CALDEIRA, A.M.A. (Re)construção de conceitos biológicos na formação inicial de professores e proposição de um modelo explicativo para a relação genótipo e fenótipo. Revista Ensaio, Belo Horizonte, v. 14, n. 03, p. 65-84, 2012.

KELLER, E.F. O século do gene. Belo Horizonte: Editora Crisálida, 2002.

KOVALESKI, A.;PILATTI, L.A. Ferramenta freeware para a realização do cálculo do Coeficiente Alpha de Cronbach. Ponta Grossa: Fundação Araucária, 2010.

LEWONTIN, R. A tripla hélice: gene, organismo e ambiente. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

MAROCO, J.;GARCIA-MARQUES, T. Qual a fiabilidade do alfa de Cronbach? Questões antigas e soluções modernas? Laboratório de Psicologia, v. 4, n. 1, p. 65-90, 2006.

MAYR, E. O que é a evolução. Rio de Janeiro: Rocco, 2009.

MEGLHIORATTI, F.A. História da construção do conceito de evolução biológica: possibilidades de uma percepção dinâmica da ciência pelos professores de Biologia. Dissertação (Mestrado em Educação para a Ciência). Faculdade de Ciências, UNESP, Bauru, 2004.

______. O conceito de organismo:uma introdução à epistemologia do conhecimento biológico na formação de graduandos de biologia. 254f. Tese (Doutorado em Educação para a Ciência) – UNESP, Faculdade de Ciências, Bauru, 2009.

MEGLHIORATTI, F.A;et al. A compreensão de sistemas biológicos a partir de uma abordagem hierárquica: contribuições para a formação de pesquisadores. Filosofia e História da Biologia, v. 3, p. 119-138, 2008.

MEGLHIORATTI, F.A.;et al. A integração conceitual no ensino de biologia: uma proposta hierárquica de organização do conhecimento biológico. In: CALDEIRA, A.M.A.; ARAUJO, E.S.N.N. (orgs). Introdução à didática da biologia. São Paulo: Escrituras, 2009. p. 189 – 205.

MEYER, D.;EL-HANI, C.N. Evolução:o sentido da biologia. São Paulo: Editora Unesp, 2005.

MINGOTI, S.A. Análise de Dados Através de Métodos de Estatística Multivariada:uma abordagem aplicada. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.

MORIN, E. A cabeça bem feita. Repensar a reforma repensar o pensamento. 6ª ed. Rio de janeiro: Bertrand Brasil Ltda, 2002.

NICOLINI, L.P; FALCÃO, E.B.M.;FARIA, F.S. Origem da vida: como licenciandos em ciências biológicas lidam com este tema? Ciência & Educação, v. 16, n. 2, p. 355-367, 2010.

NUNNALLY, J.C. Psychometric theory. New York: McGraw-Hill Inc, 1978.

ODUM, E.P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

OLIVEIRA, T. B. Uma pesquisa didático-epistemológica na formação inicial em ciências biológicas: “como a evolução forjou a grande quantidade de criaturas que habitam o nosso planeta”? 2015, 209p., Tese de Doutorado, Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência, Bauru, 2015.

OYAMA, S.; GRIFFITHS, P.E.; GRAY, R. Introduction: what is developmental systems theory? In: Cycles of contingency: developmental systems and evolution. Cambridge, Massachusetts/ London, England: MIT Pressp, 2001, p.1-11.

PESTANA, M.H.;GAGEIRO, J.N.Análise de dados para ciências sociais: a complementaridade do SPSS. 2a Edição. Lisboa: Edições Sílabo, 2005.

PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos da Ecologia. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

POLINARSKI, C.A. Formação inicial do professor: caracterização de um curso de licenciatura em Ciências Biológicas com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais. 161 p. Tese (Doutorado em Educação para a Ciência e a Matemática) – UEM, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2013.

RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003.

SANTOS, W.B.;EL-HANI, C.N. A abordagem do pluralismo de processos e da evo-devo em livros didáticos de biologia evolutiva e zoologia de vertebrados. Revista Ensaio, v. 15, n. 3, p. 199-216, 2013.

SCHNEIDER, E.M.;et al. Conceitos de gene: Construção histórico-epistemológica e percepções de professores do Ensino Superior. Investigações em Ensino de Ciências,v. 16, n. 2, p. 201-222, 2011.

SCHNEIDER, E.M.; MEGLHIORATTI, F.A.;OLIVEIRA, J.M.P. Uma proposta de sequência didática interdisciplinar para o ensino fundamental. In IV SIMPÓSIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO XXIV SEMANA DA PEDAGOGIA, Cascavel. Anais... UNIOESTE, 2014.

SEPULVEDA, C.;EL-HANI, C.N. Adaptacionismo versus exaptacionismo: o que este debate tem a dizer ao ensino de evolução? Ciência e Ambiente, v. 36, p. 93-124, 2008.

SILVA, P.R.;et al. Construção e validação de questionário para análise de concepções bioéticas.Revista Bioética, v. 20, n. 3, p. 490-501, 2012.

SMITH, M.U. Current Status of Research in Teaching and Learning Evolution: I. Philosophical/Epistemological Issues. Science & Education, v. 19, p. 523–538, 2010.

SMITH, M.U.; ADKISON, L. R. Updating the model definition of the gene in the modern genomic era with implications for instruction. Science & Education, v. 19, p. 01–20, 2010.

STERELNY, K.; GRIFFITHS, P.E. Sex and Death: an introduction to philosophy of biology. Chicago: University of Chicago Press, 1999.

WANDERSEE, J.H.; FISHER, K.M.; MOODY, D.E. The Nature of Biology Konowledge. In: FISHER, K.M; WANDERSEE, J.H.;MOODY, D.E. Mapping Biology Knowledge. Boston: Kluer Academic Publishers, 2001, p.25-37.

Cómo citar
Caldeira, A. M. de A., Siebert, P. R., Corrêa, A. L., Meglhioratti, F. A., Brando, F. da R., Maricato, F. E., Justina, L. A. D., de Andrade, M. A. B. S., de Oliveira, T. B., & Augusto, T. G. da S. (2016). Proposta de instrumento diagnóstico para fornecer indicativos acerca da compreensão dos conhecimentos biológicos e suas inter-relações. Góndola, enseñanza Y Aprendizaje De Las Ciencias, 11(1), 128-146. https://doi.org/10.14483/udistrital.jour.gdla.2016.v11n1.a9
Publicado: 2016-01-01
Sección
ARTÍCULOS