La tradición de investigación para la educación en espacios no formales según Laudan, en un evento de enseñanza de las ciencias

Palabras clave: epistemología, Larry Laudan, educación informal, educación científica

Resumen

La investigación en Educación No Formal en Ciencias ha crecido en Brasil, principalmente en eventos. En el Encuentro Nacional de Investigadores en Educación en Ciencias (ENPEC) estuvo presente esta discusión en una línea temática desde 1997 y recibió trabajos de todo el país. Así, cuestionamos si esa temática posee tradición propia de investigación, de acuerdo con Laudan (2011), y si se tienen diferencias en relación con los otros campos de investigación en la Educación en Ciencias. El objetivo de esta investigación es analizar los trabajos del ENPEC en las ediciones de 2011 a 2017 con base en el Modelo Reticulado de Racionalidad (MRR) de Laudan. Se encontraron 114 trabajos con los descriptores "no formal". La referida investigación es de cuño cualitativo, cuyos datos siguen presupuestos del análisis de contenido con la técnica de análisis categorial temática con base en las categorías del MRR. El uso de los indicadores junto a las categorías métodos, teorías y fines/metas posibilitaron (MRR) verificar una gran diversidad de trabajos, públicos abordados, métodos y reflexiones. Sin embargo, se verificó que trabajan muy poco la influencia museológica para la educación en ciencias, aún cuando existe una lógica propia en esa temática, en el que llamamos Tradición en Educación no Formal en Ciencias con los campos de Enriquecimiento Cultural, Complementariedad Escolar y Exploración de Alternativas No Formables.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Biografía del autor/a

Saulo Cezar Seiffert Santos, Universidade Federal do Amazonas, Manaus-AM (Brasil).
Doutorando em Educação em Ciências no PPGECEM, Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE (Brasil). Professor Assistente do Departamento de Biologia no Instituto de Ciências Biológicas na Universidade Federal do Amazonas, Manaus-AM (Brasil).
Márcia Borin da Cunha, Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, (Brasil).
Pós-doutora em Educação na Universidade Federal de São João del-Rei (Brasil). Professora Associada da Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, Docente do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Educação Matemático - PPGECEM, Campus de Cascavel-PR (Brasil).

Referencias

Allen, S. Looking for learning in visitor talk: a methodological exploration. In: Leinhardt, G.; Crowley, K.; Knutson, K. (Ed.). Learning conversations in museums. Taylor & Francis. New Jersey: Estados Unidos, 2002. pp. 259-303.

Back, D.; Günzel, R.E. Educação em Espaços não Formais no Ensino de Ciências. Em: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, 11. Florianópolis. Anais. ABRAPEC, 2017.

Bardin, L. Análise de conteúdo. 4. ed. Edições. Lisboa: Brasil, 70 p., 2009.

Bendrath, E.A. A educação não-formal a partir dos relatórios da UNESCO. 311 f. Doutorado em Educação – Faculdade de Ciência e Tecnologia, Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2014.

Bourdieu, P.; Darbel, A. O amor pela arte: os museus na Europa e seu público. EdUSP; Zouk. São Paulo; Porto Alegre: Brasil, 2007.

Bueno, W. C. Jornalismo científico no Brasil: os compromissos de uma prática dependente. 364 f. Doutorado em Ciência da Comunicação – Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1984.

CÂNDIDO, M.M.D.; DUARTE, M.M. Ondas do pensamento museológico brasileiro. Cadernos de Sociomuseologia. Edições Universitárias Lusófonas. Portugal. 2003. Disponível em: <http://recil.ulusofona.pt/handle/10437/4478>.

CHAGAS, I. Aprendizagem não Formal/Formal das Ciências. Relações entre os museus de Ciência e as escolas. Revista de Educação, Lisboa, n. 3, pp. 51-59, 1993.

Colombo De Cudmani, L. Historia y epistemología de las ciencias. Ense-anza de las Ciencias, Barcelona, v. 17, n. 2, pp. 327-331, 1997.

Falk, F.; Storksdieck, M. Learning science from museums. História, Ciência e Saúde, Rio de Janeiro, v. 12, n. supl., pp. 117-198, 2005.

FRIEDMAN, A.J. The evolution of the science museum. Physics Today, s.l., v. 63, n. 10, pp. 45-51, 2010. Disponível em: <http://physicstoday.scitation.org/doi/10.1063/1.3502548>. Acesso em 27/02/2017.

GOUVÊA DE SOUSA, G.A. Divulgação científica para crianças: o caso da Ciência Hoje das Crianças. Doutorado em Bioquímica Médica – Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2000.

Laudan, L. Science and values: the aims of science and their role in scientific debate. University of California Press. Berkeley: Estado Unidos, 1984.

LAUDAN, L. O progresso e seus problemas: rumo a uma teoria do crescimento científico. EdUNESP. São Paulo: Brasil, 2011.

Maciel, H.M.; Fachín-Terán, A. O potencial pedagógico dos espaços não formais da cidade de Manaus. Editora CRV. Curitiba, PR: Brasil, 2014.

https://doi.org/10.24824/978854440026.5

Malheiros, B. T. Metodologia da pesquisa em educação. LTC. Rio de Janeiro: Brasil, 2011.

Marandino, M. Perspectivas da pesquisa educacional em museus de ciências. In: Santos, F.M.T.; Greca, I.M. (Ed.). A pesquisa em ensino de ciências no Brasil e suas metodologias. Editora da Unijui. Ijuí, RS: Brasil, 2007. pp. 89-122.

MARQUES, J.B.V.; FREITAS, D. Fatores de caracterização da educação não formal: uma revisão da literatura. Educação & Pesquisa, s.l., Ahead of p, pp. 1-24, 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-97022017005002101&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso em: 27/02/2017.

Montpetit, R. Du science center à l'interprétation sociale des sciences et techniques. In: SCHIELE, B.; KOSTER, E. H. (Org.). La révolution de la muséologie des sciences. Presses Universitaires de Lyon/Éditions Multimondes. Lyon: France, 1998. pp. 175-186.

NASCIMENTO, T.G.; REZENDE Jr, M.F. A produção sobre divulgação científica na área de educação em ciências: referenciais teóricos e principais temáticas. Investigações em Ensino de Ciências, Porto Alegre, v. 15, n. 1, pp. 97-120, 2010. Disponível em: <https://www.if.ufrgs.br/cref/ ojs/index.php/ienci/article/view/317/204>. Acesso em 27/11/2017.

NASCIMENTO, T.G.; REZENDE Jr, M.F. A produção de textos de divulgação científica na formação inicial de licenciandos em ciências naturais. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, v. 10, n. 1, pp. 1-22, 2011. Disponível em: <https://seer.ufmg.br/in dex.php/rbpec/article/view/2185/1585>. Acesso em 27/11/2017.

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA. NATIONAL RESEARCH COUNCIL. Learning Science in Informal Environments: People, Places, and Pursuits. (P. Bell, B. Lewenstein, A. W. Shouse, M. A. Feder, Eds.). The Nacional Academies Press. Washington DC, 2009.

Ovigli, D. Panorama das pesquisas brasileiras sobre educação em museus. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, n. 96, pp. 577-595, 2015.

PIN, J.R. DE O.; GONZALEZ, A.H.G.; ROCHA, M.B. Divulgação da ciência em espaços não formais: levantamento de trabalhos publicados nas edições do Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências. Em: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, 11. Florianópolis. Anais. ABRAPEC, 2017.

PRIMO, J. S. (1999). O sonho do museólogo. A exposição: desafio para uma nova linguagem museográfica. Cadernos de Sociomuseologia, Lisboa, n. 16, pp. 103-129.

RAMEY-GASSERT, L.; WALBERG, H. J.; WALBERG, H. J. Reexamining connections: Museums as Science Learning Environments. Science Education, s.l., v. 78, n. 4, pp. 345-363, 1994.

RENNIE, L.J. et al. Toward an agenda for advancing research on Science Learning in Out-of-School Settings. Journal of Research in Science Teaching, Champaign, v. 40, n. 2, pp. 112-120, 2003. Disponível em: <http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/down load?doi=10.1.1.461.7664&rep=rep1&type=pdf>. Acesso em 27/11/2017.

Richardson, R. J. Pesquisa social e técnicas. 14. ed. Atlas. São Paulo: Brasil, 2012.

Seiffert Santos, S. C. Aproximações dos espaços educativos não formais e a didática. In: SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS NA AMAZÔNIA, 6. Manaus. Anais. PPGECA/UEA, 2016.

SEIFFERT SANTOS, S. C.; FACHIN-TERAN, A. The use of expression: non-formal spaces in science teaching. Arete Revista Amazônica de Ensino de Ciências, Manaus, v. 6, n. 11, pp. 1-15, 2013. Disponível em: <http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/477>. Acesso em 27/11/2013.

Silva, M.R.; Carneiro, M.H.S. Popularização da ciência: análise de uma situação não-formal de ensino. In: REUNIÃO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM EDUCAÇÃO, 16. Anais. ANPED - GT: Educação e Comunicação, 2006.

TEIXEIRA, M.; MEGID NETO, J. O estado da arte da pesquisa em ensino de Biologia no Brasil: um panorama baseado na análise de dissertações e teses. Revista Electrónica de Ense-anza de las Ciencias, s. l., v. 11, n. 2, pp. 273-297, 2012.

Trilla, J. Educação não-formal. In: Arantes, V.A. (Ed.). Educação formal e não-formal. Summus Editorial. São Paulo: Brasil, 2008. pp. 15-55.

Cómo citar
Seiffert Santos, S., & Borin da Cunha, M. (2018). La tradición de investigación para la educación en espacios no formales según Laudan, en un evento de enseñanza de las ciencias. Góndola, Enseñanza Y Aprendizaje De Las Ciencias, 14(1). https://doi.org/10.14483/23464712.13369